Não tenho falado. Há uma manifestação da palavra que me emudece, há algo que nos cutuca, revira-nos, quando escrevemos: o que costumeiramente não sabemos sentir. Às vezes escrever dói. E as vezes, escrever é a forma de exibir a tatuagem que está desenhada no perispírito.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
A água nunca foi tão viva e a boca tão seca
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